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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

1º lugar em concurso para oficial da PM mudou tática após ser reprovado


Bruno Henrique Barbosa, de 21 anos, não liga para a rotina exaustiva que está enfrentando desde que começou a frequentar o curso de formação de oficiais da Polícia Militar de São Paulo. Além do estudo da teoria, ele está vendo na prática como é o dia a dia na área. Nas primeiras duas semanas, o jovem não pode sair da academia, e agora, ele pode apenas voltar para casa aos finais de semana. Serão quatro anos de estudo, com dedicação exclusiva.

Até alcançar esse sonho, Bruno passou por duas reprovações. Ele só obteve o resultado esperado quando mudou sua estratégia de estudo e encontrou o equilíbrio entre dedicação e vida pessoal. A recompensa foi a aprovação, em 1º lugar, no concurso para o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de São Paulo, realizado em junho de 2012.

O jovem deixou para trás 11.149 candidatos, uma concorrência de 92,90 candidatos por vaga, e conseguiu uma das 120 vagas na Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB).  “Fiquei muito emocionado. Meu pai chorou, minha mãe contou para todo mundo. Foi muito bom deixá-los orgulhosos e mostrar meu potencial”, conta.



“Quando vi que não tinha sido aprovado fiquei frustrado, mas sabia que tinha que superar. É um projeto de vida, então você dá um valor muito grande para isso" - Bruno Henrique Barbosa

Apesar do resultado positivo, o jovem demorou dois anos para descobrir o tipo de estudo adequado para o seu perfil. Encarando os livros por quase 13 horas diárias, Bruno não conseguia ver o resultado de sua dedicação. "Pensava que quanto maior o número de horas de estudo, mais eu renderia. Só que dos 100% que estudava, absorvia 65% no máximo e achava muito pouco", afirma.


Para ele, a mudança da organizadora em 2010, da Fuvest para a Fundação Vunesp atrapalhou sua preparação. Já em 2011, o nervosismo e o estudo incorreto prejudicaram. "Não sabia qual era a melhor estratégia de estudo para mim, apesar de conhecer a prova."


O jovem descobriu sua 'fórmula para o sucesso' apenas no terceiro ano da maratona. "Não encarei a segunda reprovação como o fim do mundo. Foram dois anos de amadurecimento e acabei encontrando o ponto em que eu sabia qual era a dificuldade da prova e como deveria trabalhar o que seria cobrado", diz.


O equílibrio entre preparação e vida pessoal foi a chave para o resultado positivo. As viagens se juntaram ao grupos de estudo e aos simulados, e passaram a fazer parte de sua rotina.

Mesmo com o apoio e a ajuda financeira da família, Bruno aproveitou o período em que não tinha aulas no cursinho para trabalhar como vendedor temporário em uma rede de lojas de departamento. O dinheiro guardado serviu para custear o projeto.



“Quando vi que não tinha sido aprovado fiquei frustrado, mas sabia que tinha que superar. É um projeto de vida, então você dá um valor muito grande para isso”, lembra o jovem. 
A mudança veio com a restrição da rotina de estudo para 9 horas diárias combinada com simulados, resolução de questões de outras provas da banca, atividade física e grupo de estudos. O cursinho tradicional foi trocado pelo da AFAM (Associação Fundo de Auxílio Mútuo dos Militares do Estado de São Paulo), específico para a Academia do Barro Branco.

Na reta final da preparação, ele reservou os domingos para simular o dia da prova. "Muitos sabem, mas na hora se organizam e não conseguem fazer os exercícios". Além de testar a prova objetiva, ele fez a mesma experiência com o teste físico para garantir o fôlego na hora do exame. "Teve bastante gente que parou no meio da prova. No final da tarde, o grupo já não era tão grande", lembra.

Bruno fez 91 dos 100 pontos possíveis na prova objetiva, teve nota máxima em redação, e após passar pelo teste de avaliação física, exames de saúde, exames psicológicos, investigação e análise de documentos e títulos, obteve a confirmação de sua aprovação.


Direito x Carreira Militar


Apesar de seu pai ser militar da Aeronáutica, de morar em um condomínio militar e de ter feito o ensino médio em um colégio militar, Bruno tinha dúvidas sobre seguir essa carreira. “Mesmo com a influência sempre presente, eu nem imaginava”, lembra.


O jovem ‘descobriu’ a carreira militar durante um trabalho como soldado temporário, que serviria para pagar o cursinho. Seu objetivo era cursar direito “Sempre tive o direito em mente, mas na academia vi que a carreira militar condizia mais com o meu perfil”, afirma.

Conhecendo e participando do dia a dia militar, ele teve certeza de qual seria a sua escolha. "Aí o direito caiu por terra. Vi que o que importava para mim era ficar na academia. Apesar dos riscos, carreira do oficialato é promissora e traz benefícios".


Futuro


Após a aprovação, Bruno frequenta as aulas do bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, que tem duração de quatro anos com dedicação exclusiva.


O jovem ainda não sabe em qual batalhão pretende atuar quando terminar o curso, mas confessa seu gosto pelo grupamento aéreo, o Águia da Polícia Militar. "É muito difícil conseguir, vou ter que me dedicar muito. São quatro anos em que muitas ideias vão surgir", afirma.


Para quem ainda busca a aprovação, o aluno oficial lembra que a dedicação sempre traz resultados. "Demorei três anos para conseguir o meu objetivo. Temos que ser os melhores em tudo que fazemos, as recompensas vêm na medida do nosso esforço", completa.


Fonte: G1

sábado, 20 de setembro de 2014

Eu não tenho medo de resultados ruins

Eu não tenho medo de resultados ruins.
Eu os comemoro.

Só tem resultado ruim quem teve coragem de ir jogar.
Só alguém doente da cabeça ou do coração fica feliz com resultado ruim, mas nem sempre uma derrota pode ser considerada "ruim". Perder com honra, perder lutando, perder dando seu melhor, isso tudo não é derrota, é jogar o jogo. Perder aprendendo como o adversário joga, ou como você deve jogar quando jogar de novo não é perder: é treinar.
Existem dias bons e dias ruins, resultados bons e resultados ruins.
Não podemos nunca nos acomodar com resultados ruins porque uma série deles é a morte do projeto, seja da carreira, da empresa, seja do sonho que temos, da meta que buscamos.
Porém, resultados ruins são parte do jogo e, quando aprendemos com eles e não desistimos, eles são as pedras sobre as quais pavimentamos o sucesso.
Eu comemoro meus resultados ruins sempre que fiz meu melhor e minha paga foi a derrota. Eu comemoro minha coragem.
Eu comemoro meus resultados ruins porque cada um deles é um laudo pericial que pode me ensinar como jogar melhor o jogo seguinte.
Eu comemoro meus resultados ruins porque sou maior do que eles.
Eu comemoro meus resultados ruins porque eles tornarão maior minha glória e fornecerão mais paginas quando os livros forem contar minhas vitórias.
As vezes o livro é a lista de aprovados no Diário Oficial, as vezes são os registros da Junta Comercial, as vezes do Imposto de Renda, as vezes o jornal que publica uma parte da nossa história... a história do mundo está em muitos livros e eu aceito estar em qualquer livro desde que ele conte uma história com honra e, por isso, bonita.
Eu comemoro cada dia. Eu comemoro cada derrota.
Talvez por isso eu tenha tantas vitórias para comemorar.
Espero que você, que lê esse texto,
brinde a si mesmo por cada derrota que cujo amargo gosto já provou,
que comemore sua coragem,
que se orgulhe de si mesmo,
que aprenda com elas e
que tente outra vez, e outra vez até que
a vitória, enfim, se entregue a você.




        

 Por William Douglas
Escritor, Juiz Federal, Professor


domingo, 24 de agosto de 2014

O Frasco de Maionese e Café



Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes... Lembre-se do frasco de maionese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega um frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de Golf.

A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega uma caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de Golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então o professor pegou outra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
QUERO QUE SE DEEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA. As bolas de Golf são as coisas Importantes:
como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE. São coisas que mesmo que se perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As pedrinhas são as outras coisas que importam, como: O trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é todo o demais, as pequenas coisas.
Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de Golf. O mesmo acontece com a vida.
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.
Brinque ensinando os seus filhos, Arranje tempo para ir ao medico,
namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos.
Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... ocupe-se sempre das bolas de Golf primeiro, que representam as coisas que realmente importam na sua vida.
Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...
Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.
O professor sorriu e disse:
...O café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo."



sábado, 9 de agosto de 2014

O Amuleto


Parábola Árabe

“Um granjeiro pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento.O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, que fechou e entregou ao granjeiro, dizendo:

“Leva esta caixa para todos os lados da sua granja, três vezes ao dia, durante um ano.”

Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimentar. E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros.

A partir daí , todos os dias ao percorrer sua granja, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse :

“Deixa esta caixa comigo por mais um ano, minha granja melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto”.

O sábio riu e, abrindo a caixa disse:

“Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida.”

No papel havia escrito a seguinte frase:

“Se queres que as coisas melhorem deves acompanhá-las constantemente”".


Então, faça o mesmo com seus estudos, esteja presente diante de seus livros verdadeiramente e verás a diferença...

Status

O meu atualmente é esse:

E o seu?